Cinco práticas ajudam empresários a direcionar energia e melhorar resultados nas empresas

Gestão da energia mental e emocional do líder ganha espaço nas empresas diante do aumento de afastamentos por transtornos mentais e da pressão sobre decisões estratégicas

Empresários que organizam melhor a própria energia mental e emocional tendem a tomar decisões mais estratégicas, fortalecer a cultura organizacional e sustentar ciclos de crescimento mais consistentes. A discussão sobre gestão de energia no ambiente corporativo ganhou força nos últimos anos diante do aumento de afastamentos por transtornos mentais e do impacto da sobrecarga sobre a produtividade nas organizações.

O Brasil registrou mais de 470 mil licenças e afastamentos por transtornos mentais relacionados ao trabalho em 2024, o maior patamar da série recente, segundo dados divulgados com base em informações da Previdência Social e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O número reforça o avanço de quadros de ansiedade, depressão e esgotamento entre profissionais e lideranças.


Valquíria Mende
s, mentora de alta performance e consultora de empresários, afirma que a energia do empreendedor se tornou um ativo estratégico dentro das organizações. Empresária com mais de 30 anos de atuação na área contábil e no desenvolvimento de líderes, ela explica que o estado emocional e mental de quem lidera influencia diretamente a qualidade das decisões e o ambiente interno das empresas. “Empresas são reflexo da mente de quem as lidera. Quando o empresário opera constantemente sob pressão, sem clareza e sem direcionamento de energia, as decisões ficam reativas e a empresa começa a perder foco estratégico”, afirma.

Graduada em Administração de Empresas, Ciências Contábeis e Direito, com MBAs em gestão empresarial e especializações em neurociências, psicologia positiva e mindfulness, Valquíria acompanha empresários em processos de reorganização estratégica e desenvolvimento de liderança. Sua atuação envolve análise comportamental, revisão de rotinas executivas e desenvolvimento de clareza decisória para líderes que enfrentam ambientes de alta pressão.

Segundo a especialista, muitos empresários tentam compensar desgaste com mais horas de trabalho, quando o verdadeiro problema está na gestão da própria energia. “Alta performance não nasce do excesso de esforço. Ela nasce da clareza mental e da capacidade de direcionar energia para o que realmente gera resultado”, diz.

Ela afirma que empresários que operam permanentemente em estado de urgência acabam comprometendo decisões estratégicas e o desenvolvimento das equipes. “Quando o líder vive em modo reativo, o negócio passa a responder a crises em vez de construir crescimento.”

A contratação de mentores ou consultores especializados em performance executiva tem se tornado uma alternativa para empresários que buscam reorganizar prioridades e melhorar produtividade. 

Esse tipo de acompanhamento costuma envolver diagnóstico comportamental, revisão de rotina e definição de metas estratégicas. “Esse trabalho não é sobre motivação momentânea. É sobre reorganizar mentalidade, hábitos e clareza de direção. Quando o empresário muda a forma de direcionar sua energia, os resultados começam a aparecer no negócio”, explica

Segundo ela, empresas que ignoram esse fator acabam enfrentando problemas recorrentes como retrabalho, conflitos internos e perda de produtividade. “Negócios não travam sozinhos. Muitas vezes o que está travado é o estado mental de quem lidera.” aponta.

A especialista aponta cinco práticas para direcionar energia, melhorar foco estratégico e aumentar resultados empresariais

Segundo a mentora, pequenas mudanças na rotina do empresário podem gerar impacto direto na qualidade das decisões e na performance das empresas.

“Quando o empresário começa o dia alinhando intenção e prioridades, ele deixa de ser conduzido pelo caos e passa a conduzir o negócio com mais consciência.”

Segundo Valquíria, a estratégia raramente nasce em ambientes de distração. Espaço mental é fundamental para raciocínio mais complexo.

Esse equilíbrio tende a refletir diretamente no ambiente de trabalho e na produtividade das equipes.

“Energia mal direcionada gera muito esforço e pouco resultado”, afirma a especialista.

“Empresários carregam decisões que impactam muitas pessoas e muitas empresas. Ter um olhar externo qualificado ajuda a trazer clareza e perspectiva”, diz Valquíria Mendes.

Para ela, um dos maiores riscos para líderes é normalizar o esgotamento como sinônimo de comprometimento com o negócio. “Empresários foram ensinados a acreditar que trabalhar no limite é sinal de dedicação. Na prática, isso reduz a qualidade das decisões e enfraquece o crescimento da empresa.”

Segundo a especialista, quando a energia do líder está organizada, o negócio tende a operar com mais clareza estratégica, decisões mais consistentes e equipes mais engajadas.

Sobre Valquíria Mendes

Valquíria Mendes é mentora de alta performance e consultora de empresários, com mais de 30 anos de experiência como empresária contábil. Graduada em Administração de Empresas, Ciências Contábeis e Direito, possui MBAs em Gestão de Empresas, Gestão de Pessoas e Estratégias de Negócios, além de pós-graduação em Neurociências, Psicologia Positiva e Mindfulness. Lidera uma empresa que atende mais de 600 clientes de forma recorrente.

Sua atuação é focada no desenvolvimento estratégico e comportamental de líderes empresariais, integrando gestão, organização financeira e fortalecimento da mentalidade empreendedora. Defende que crescimento sustentável depende de clareza, disciplina e tomada de decisão estruturada.

Para mais informações acesse instagram.

Sugestão de fonte: clique aqui

Fontes de pesquisa

Agência Brasil (EBC) – Afastamentos por transtornos mentais no Brasilhttps://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-03/afastamentos-por-transtornos-mentais-dobram-em-dez-anos-chegam-440-mil

Jornal da USP – Crescimento dos afastamentos por transtornos mentais no trabalhohttps://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/afastamento-do-trabalho-por-transtornos-mentais-cresce-68-no-brasil/

Organização Mundial da Saúde (OMS) – Burnout como fenômeno ocupacionalhttps://www.who.int/news/item/28-05-2019-burn-out-an-occupational-phenomenon-international-classification-of-diseases

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Escrito por

Jerusa Soares: Jornalista Publicitária Sênior e especialista em Gestão de Tráfego. Desde 2008, atuo com marketing e conteúdo estratégico, abrangendo diversos segmentos como turismo, bem-estar, moda, alimentação, empreendedorismo, educação, esportes, política e e-commerce. Com uma experiência sólida de mais de 15 anos, ajudo empresas locais a aumentarem suas vendas por meio de estratégias de marketing digital bem elaboradas.

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